Saúde, segurança e meio ambiente, conduzido de ponta a ponta
Você não precisa virar especialista em segurança do trabalho.
Nem contratar um. Você conta como a sua empresa é, e a gente conduz o resto: o que levantar, o que fazer, quem executa, quando e por quanto. Do seu lado isso pode ser tocado pelo seu técnico, pelo seu encarregado ou pela sua secretária. Do nosso, tem profissional habilitado respondendo tecnicamente por cada documento.
No fim é por isso que existe: para que quem trabalha na sua empresa volte bem para casa, sem que isso vire mais um projeto na sua rotina.
O serviço está disponível hoje. A plataforma que automatiza esse trabalho está sendo construída, e cada bloco desta página diz em que estágio está. Ver como isso é marcado.
O serviço já roda. A plataforma está sendo construída.
O que está em construção é a plataforma que tira esse trabalho da planilha e o transforma em base única, com derivação automática, versionamento e pacote pronto para o contratante. Ela entra por trimestre, e cada bloco desta página diz em qual estágio está. Nada aqui é vendido como pronto sem estar.
Cronograma planejado, não entregue. Doze meses é apertado e está dito no plano que é. Se atrasar, a data muda e esta tabela muda junto.
Para quem presta serviço dentro da operação de uma contratante exigente
Operadoras de energia, refino, mineração, química, portos, concessionárias e grandes construtoras trabalham do mesmo jeito: contrato por posto, vigência longa, e um anexo de saúde e segurança que não é sugestão, é cláusula. No Brasil ele costuma se chamar anexo de SMS; fora, HSE. O conteúdo é o mesmo: uma lista de exigências com prazo e comprovação. A fiscalização pede comprovação todo mês, o acesso à área é liberado documento por documento, e o que falha vira apontamento, multa ou trabalhador parado no portão.
Quem toca isso do lado da contratada quase nunca é uma equipe. É o preposto, é o RH, é um técnico de segurança dividido entre três contratos. E o que trava não é falta de competência, é não ter de onde tirar a informação no formato e no prazo que o contratante pede.
O nome da operadora muda, o país muda, a norma citada muda. A forma do problema não muda, e é nela que o sistema se apoia.
Não é software e não é consultoria
Quem opera do seu lado não precisa entender do assunto. Pode ser o engenheiro que você já tem, pode ser o técnico, pode ser o encarregado, pode ser a secretária. Isso não é concessão, é o desenho: se o sistema exigisse um especialista do seu lado, ele teria transferido o problema em vez de resolver.
E se você já tem equipe de segurança, melhor ainda. Ela para de gastar o dia montando documento e volta a fazer o que interessa, que é olhar a operação.
Duas situações, o mesmo trabalho
Como está o acompanhamento na sua empresa hoje
Antes de qualquer conversa, leve isto de graça. Marque o que já é feito e mantido atualizado na sua empresa. Ninguém vê a sua resposta e não pedimos nada em troca: serve para você enxergar o que já roda sozinho e o que ainda depende de alguém lembrar. Se você presta serviço dentro da operação de uma contratante que exige comprovação mensal, troque para a segunda lista, que é a que a fiscalização cobra.
Oito pontos de acompanhamento
Oito pontos do anexo de saúde e segurança
Você recebe a exigência e não recebe a saída
Alguém escreve no seu programa que tal treinamento tem que ser dado. Aí você não sabe onde contratar, não tem gente para sair procurando no mercado, não sabe quanto deveria custar, e depois não tem como acompanhar quem fez, quem faltou e quando vence.
O mesmo acontece com equipamento de proteção, com exame e com medição. A obrigação fica registrada, e a solução não vem junto. Quem escreveu vai embora e a conta fica com você.
E tem o segundo problema, que é mais silencioso: o levantamento vicia. É copiado do ano anterior, descreve uma operação que já mudou de equipe, de layout e de equipamento, e ninguém confere se o que está escrito ali chegou a ser feito. Continua existindo como arquivo e deixa de valer como gestão. Você não tem como perceber, porque ele parece igual ao do ano passado, e é por isso que parece certo.
Aqui a exigência já vem resolvida Serviço hoje
Nosso trabalho não é te dizer o que você precisa fazer. É fazer acontecer. Cada obrigação que aparece chega com quem pode executar, por quanto, em quanto tempo, e com o controle de quem já fez e quem ainda falta.
Não sabe onde contratar aquele treinamento: a gente encaminha. Não sabe qual equipamento atende àquele risco: já vem definido. Isso é serviço e funciona hoje, com gente do nosso lado fazendo.
O controle automático de validade, o aviso antes de vencer e o acompanhamento na tela são a plataforma, e ela está sendo construída. Enquanto não entra, o controle existe e é nosso: quem avisa é uma pessoa, não um sistema.
A diferença que vale hoje já é real: você não fica com uma lista de pendências, fica com uma lista de coisas encaminhadas.
O anexo de SMS deixa de ser um PDF e vira uma lista com dono e prazo Em construção
Cadastrado o contrato, com número, contratante, gerência, local de execução, vigência, postos e quantitativos, o anexo de SMS será importado e quebrado em itens rastreáveis. Cada exigência vira uma linha com a evidência que o contratante espera, a periodicidade, o responsável, o prazo e o estado atual. Hoje fazemos essa tradução à mão, contrato por contrato, e é dela que sai o catálogo que a plataforma vai usar.
A partir daí sai uma matriz por posto: o que cada função precisa ter para poder trabalhar naquele contrato. Exame ocupacional válido, treinamentos de norma regulamentadora, integração do cliente, credenciamento, equipamento de proteção com certificado de aprovação.
E vem o semáforo. Quem está apto, quem vence em trinta, sessenta ou noventa dias, e quem está bloqueado para acessar a área ou embarcar. Você enxerga isso antes de o portão enxergar, que é a diferença entre remanejar com antecedência e descobrir o problema com o posto já descoberto.
Exemplo de leitura da tela. Os postos, as funções e os prazos são os do seu contrato.
O pacote que a fiscalização pede todo mês Em construção
Não é um modelo em branco para você preencher. É o relatório montado a partir do que foi registrado no mês, com os números calculados e as evidências anexadas. Hoje a montagem é nossa, feita como serviço. Na plataforma ela deixa de ter trabalho manual.
- Efetivo do contrato no período, por posto e por função
- Homens-hora de exposição ao risco, apurado da escala
- Acidentes com e sem afastamento, incidentes e desvios
- Taxas de frequência e de gravidade calculadas, não digitadas
- Treinamentos realizados, com carga horária e instrutor
- Exames ocupacionais do período e situação de validade
- Entregas de equipamento de proteção, com certificado de aprovação
- Diálogos diários de segurança e inspeções programadas
Os anexos de evidência saem junto, porque virão da mesma base: lista de presença do treinamento e do diálogo diário, ficha de equipamento assinada pelo trabalhador, certificado do curso, relatório da inspeção.
O histórico fica mês a mês, exportável em PDF e em planilha, e isso já existe no serviço. Se o contratante tem um formato próprio, o relatório sai no formato dele. O que muda é a apresentação, não o dado.
Do registro em campo à investigação fechada Em construção
Acidente, incidente, quase acidente e desvio serão registrados pelo canal do trabalhador ou do encarregado, com foto e localização, no momento em que acontecem. Hoje o registro é nosso, a partir do que você comunica. O relógio do prazo contratual começa a contar ali, e o aviso antes de estourar é o que a plataforma vai dar, porque o contrato costuma dar horas e não dias para comunicar.
A investigação segue método, árvore de causas ou cinco porquês, e termina em plano de ação com responsável, prazo e verificação de eficácia. Não fecha por decurso: fecha quando alguém confere que a medida foi feita e funcionou.
Quando é caso de comunicação de acidente de trabalho, a emissão sai da mesma ocorrência. Os eventos de eSocial ligados a ela são a fase seguinte, e o motivo está logo abaixo.
Embarque e atividade crítica têm regra própria Em construção
Para embarcar não basta estar apto: é exame ocupacional específico para trabalho offshore, mais os treinamentos obrigatórios de segurança e os cursos de sobrevivência que o contratante exige, cada um com validade própria. O controle é por trabalhador e por data, e a lista de quem pode embarcar no próximo período vai sair pronta.
A atividade crítica entra pelo que ela é, não pelo número da norma. Trabalho em altura, espaço confinado, eletricidade e inflamáveis existem em qualquer lugar do mundo e cada um puxa o treinamento, o equipamento e a liberação que lhe correspondem. A norma é o catálogo que diz qual validade e qual comprovação valem ali.
No Brasil isso cai em NR-35, NR-33, NR-10 e NR-20. Em outro país, em outro conjunto, e o inventário não muda por causa disso.
O que o contratante cobra e a norma não obriga Em construção
Boa parte do anexo de SMS pede coisa que nenhuma norma exige, mas o contrato exige. Se fica fora do sistema, volta para a planilha, e é justamente o que a auditoria pede para ver.
Resíduo e produto químico da contratada Fase seguinte
Isto ainda não está no ar, e está escrito aqui para você saber o que vem, não para contar como entrega. Hoje o sistema cobre saúde e segurança. A parte de meio ambiente está em construção e vai cobrir o que a contratada de fato gera dentro da operação do cliente.
Inventário de resíduos gerados, destinação, manifesto de transporte e certificado de destinação. Inventário de produtos químicos, com ficha de dados de segurança atualizada e verificação de compatibilidade no armazenamento.
Enquanto não estiver pronto, não entra em proposta e não entra em contrato.
Quanto custa o SMS do seu próximo contrato Serviço hoje
Na formação de preço, o custo de saúde e segurança por posto costuma ser estimado por cima. Estimou alto, perdeu a disputa. Estimou baixo, ganhou e carrega o prejuízo pela vigência inteira.
A partir dos postos de uma licitação, estimamos o custo mensal por posto: exames, treinamentos de norma e de contratante, equipamento de proteção, profissional de segurança e os programas exigidos. O número sai na planilha de formação de preço, com a composição aberta, para você defender o que colocou.
Junto vem o dimensionamento da equipe de segurança obrigatória e da comissão interna, a partir do grau de risco e do número de empregados, que no Brasil saem da NR-04 e da NR-05. Se o contrato exige presença, indicamos técnico de segurança alocado ou em regime parcial. A rede credenciada com preço na tela é fase seguinte; hoje a indicação é nossa e direta.
Como isso deixa de ser só custo Em construção
Você já paga por programa, exame, treinamento e equipamento, e isso não vai deixar de existir. O que dá para mudar é o que sobra dessa despesa além do documento.
O que vai sobrar é informação que você não tem: qual frente para semana que vem porque um treinamento vence, qual função some do quadro com mais frequência, onde o mesmo problema se repete há três anos, e qual equipamento está sendo comprado sem responder a risco nenhum. Isso é o que a plataforma vai devolver, e é por isso que ela está sendo construída.
Nada disso é dado novo. É dado que você já é obrigado a gerar, e que hoje termina num arquivo que ninguém abre.
Quando existe adoecimento ligado ao trabalho, o levantamento mostra onde. E aqui vale ser direto: atestado é direito do trabalhador e é consequência de um estado de saúde. Não existe, e não deveria existir, ferramenta para dificultar atestado. O que dá para mudar é a condição, e quando ela muda o afastamento cai porque a causa caiu.
Quando saúde e segurança é um processo à parte, que alguém cobra de vez em quando, ela é só custo. Quando está no dia a dia, ela aparece no resultado. É mudança de cultura, não campanha de conscientização: é a informação certa chegando na hora em que a decisão está sendo tomada.
E no fundo é simples. Empresa onde as pessoas estão bem perde menos gente, para menos vezes e trabalha melhor. Isso não é discurso bonito para colocar em quadro na parede: é a coisa mais concreta que existe, e é a única que aparece ao mesmo tempo na vida de quem trabalha e no resultado de quem paga a folha.
Cada um entra pela porta que é dele Em construção
Não é um aplicativo, e não é mais uma ferramenta que só o técnico abre. Cada pessoa vai ver a parte que lhe cabe, no nível de acesso que lhe cabe, alimentando a mesma base sem digitar nada duas vezes.
As portas não são recurso de tela: são a forma de cumprir uma exigência legal. Dado individual de saúde não pode circular fora da porta médica, e é por isso que ela é separada das outras.
O que muda, e quando cada coisa muda
Sem projeto de implantação, sem parar a operação
- A empresa é mapeadaUnidades, funções e quem faz o quê. O catálogo por tipo de atividade já existe e cresce a cada contrato traduzido, então você escolhe e ajusta em vez de encarar formulário em branco.
- O dia a dia alimentaAdmissão, mudança de função, afastamento, entrega de equipamento, treinamento feito. O que já acontece é registrado uma vez, ali, e não digitado de novo em três lugares.
- Nós cuidamos do restoProfissional habilitado analisa, monta e assina o que precisa de assinatura. A contratação do que falta é encaminhada por nós, com o fornecedor indicado e o preço apresentado antes. A rede credenciada com preço na tela é fase seguinte.
- Você age em cima do que apareceOnde a falta se concentra, qual função gera mais afastamento, o que está vencendo, o que já foi feito. É aqui que o processo para de viciar e começa a devolver dinheiro, e é a parte que ganha escala quando a plataforma entrar.
Três formas, e você escolhe a que combina com o seu contrato
A lógica é simples: você paga pelo que está sob gestão, não por licença de software que precisa ser justificada depois.
O número sai da conversa inicial, porque depende de quantas vidas, quantas unidades e quantos contratos entram. Sai antes de qualquer compromisso, por escrito, com a composição aberta. O que não fazemos é publicar um valor de vitrine que muda depois de conhecer o seu caso.
O que é executado por terceiro, como exame, treinamento, medição, equipamento e profissional alocado, é cobrado à parte e com o preço apresentado antes de você autorizar. Não existe valor que aparece depois na fatura. Hoje essa apresentação é feita por nós; na fase seguinte ela passa a ser uma rede credenciada com preço na tela.
Documento técnico tem nome e registro por trás Serviço hoje
O que exige responsabilidade técnica é assinado por profissional habilitado, com registro ativo no conselho da área. Não é o sistema que assina, e não é você.
O nome e o registro de quem assinou vão impressos no próprio documento, junto com a data e, quando o caso pede, o número da anotação de responsabilidade técnica. Não ficam numa página institucional, ficam onde o auditor do contratante procura: no papel que ele está lendo.
É isso que você entrega quando alguém questiona. Se o contratante ou a fiscalização contestar um laudo, existe uma pessoa identificada, com conselho que a fiscaliza, respondendo por ele.
Profissionais por especialidade e por região são acionados caso a caso, conforme o que o trabalho exige. Antes de começar, você recebe o nome e o registro de quem vai assinar o seu documento.
Onde a sua operação estiver Serviço hoje
Não trabalhamos por região. Como tudo é digital, o que define onde atendemos é onde fica a sua operação, não onde fica o nosso escritório. Quando o caso exige presença, mobilizamos quem tem a competência técnica para o seu local.
Isso vale também entre países, e não por generosidade de escopo: é consequência de como o sistema foi desenhado. A base de risco não sabe de norma. Ela guarda atividade, perigo, exposição, medida de controle, quem executa e prazo, que são as mesmas coisas em qualquer jurisdição.
O que é local é o catálogo: qual norma exige o quê, com que validade, em que formato de comprovação. Trocar de país troca o catálogo, não o motor. É a mesma razão pela qual trocar de contratante troca o anexo e não o resto.
Conversa inicial sem custo
Quarenta minutos, e você já sai enxergando o que hoje não enxerga.
A gente olha o que você já tem, de onde vêm as suas faltas e as suas saídas, e o que está pendente esperando alguém resolver. Você sai com um retrato disso e com a ordem do que vale atacar primeiro, mesmo que não feche nada com a gente. Se der para uma pessoa trabalhar melhor amanhã por causa dessa conversa, já valeu a hora.
- O que você já tem hoje, e o que disso ainda vale
- De onde vêm as suas faltas e as suas saídas
- O que está pendente esperando alguém resolver
- A ordem do que vale atacar primeiro